Queridos irmãos
Todos os dias um número incalculável de pessoas põe termo à vida.
São pessoas descrentes da própria vida, sem rumo certo e sem uma bússula orientadora que as ajude a sair de situações de sofrimento extremo.
A solidão, o desemprego, as doenças, o abandono por parte de familiares e amigos, e a falta de soluções para problemas que parecem inultrapassáveis, são algumas das causas que levam ao suicidio.
Ao mesmo tempo, existe um exército numeroso de pessoas que, não tendo ideias suicidas, também elas vivem em estados de sofrimento notáveis, muitas vezes perdidas dentro de si mesmas, pensando não haver a mais ténue solução que as faça sair do marasmo em que se encontram.
Neste caso, existem pessoas que padecem da doença mais comum do nosso tempo: a depressão.
Essa doença do foro psíquico já fez milhões de pessoas perderem o emprego, a estima dos seus entes queridos e, na maioria dos casos, a própria alegria de viver.
Para a esmagadora maioria dos nossos irmãos que se encontram nos contextos acima descritos, há alguns denominadores comuns:
a descrença na existência de Deus;
a crença de que Deus não quer saber da sua situação;
a culpabilidade de Deus face aos problemas que apresentam.
A adopção de qualquer dos pressupostos acima referidos mais não faz do que afastar as pessoas do seu Criador.
Deus, na sua infinita e bendita misericórdia, não pode nunca ser culpado das desgraças do ser humano.
Ele, como Pai, não gosta de ver os seus filhos sofrer e está sempre de braços abertos para acolher e abençoar todos aqueles que se Lhe dirigirem em oração.
Talvez algum dos amigos leitores esteja neste momento a pensar – eu já orei tanto a Deus, já rezei vezes sem conta e nunca recebi nenhuma resposta.
Será que você orou como devia, ou seja, como nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou a orar...?.
Talvez não o tenha feito e esteja nesse facto a justificação para não receber a(s) resposta(s) aos seus pedidos.
No evangelho de João, no capítulo 14, versículo 6, nosso Senhor Jesus Cristo diz-nos o seguinte: “ Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”.
Nesta simples frase Jesus dá-nos a chave para a oração bem sucedida.
Em primeiro lugar, o nosso Salvador ensina-nos que Ele próprio é o “Caminho, e a verdade, e a vida”, ou seja, alerta-nos para o facto de Ele próprio – Jesus Cristo – ser o único caminho.
Repare, Ele não nos diz Eu sou um caminho, bem pelo contrário, afirma taxativamente “Eu sou o caminho.
Caminho para onde? - perguntará o irmão leitor.
Caminho que nos conduz ao Pai, Caminho que nos conduz às bençãos que Deus tem guardadas para nós, Caminho que nos conduz à benção suprema da Salvação Eterna.
Sabedor de que muitas doutrinas e religiões ensinavam – e continuam a ensinar - os seus fiéis de que se pode chegar a Deus através de várias entidades, Jesus enfatizou ainda que Ele próprio é a Verdade, ou seja, apenas a Sua Palavra e os seus ensinamentos são verdadeiros e nos levarão a bom porto.
Concluindo a primeira parte do seu ensinamento, Jesus nos afirma que Ele é a vida.
Para nós, cristãos, está mais que claro que o nosso Salvador é a vida, porque ele venceu a morte ressuscitando e hoje está vivo e sentado à direita do Pai, como nos refere o apóstolo Marcos no capítulo 16, versículo 19 do respectivo evangelho.
Jesus Cristo é ainda o símbolo da vida porque ao morrer na cruz por nós nos dá a possibilidade de alcançarmos a Vida Eterna, bastando para isso que O aceitemos como nosso único Senhor e Salvador e nos arrependamos dos nossos pecados.
Concluindo o Seu ensinamento, o Filho de Deus afirma de maneira bastante esclarecedora: “ninguém vem ao Pai senão por mim”.
O que significa que o único “canal” que nos leva à presença de Deus é o Seu próprio Filho.
Assim sendo, nas nossas orações teremos que invocar sempre o nome de Jesus Cristo, para que o Pai nos ouça e, consequentemente, nos atenda.
Depois de ter tomado conhecimento deste ensinamento, sempre que me dirijo ao nosso Pai Celestial, invoco o nome de Jesus Cristo, como a Palavra de Deus nos ensina e posso assegurar-vos que já recebi muitas bençãos na minha vida, muitas delas em resposta às minha orações.
Para o amigo leitor que ainda não sabe orar ter uma ideia de como o deve fazer, deixo aqui um prototipo de início de oração, a fazer nos moldes do ensinamento de Jesus:
Senhor meu Deus e meu Pai, em nome de Jesus Cristo eu entro na Sua presença neste momento... ( a seguir pedir a Deus aquilo que está necessitando);
Quanto ao encerramento da oração, aqui fica também um prototipo do mesmo:
Meu Deus, desde já agradeço porque sei que o Senhor ouviu os pedidos que fiz em nome do Senhor Jesus e esse agradecimento tem a ver com a minha fé de que todos os meus pedidos vão seu atendidos. Amén.
Amados, sugiro-lhes que, após lerem os artigos inseridos neste blogue, confrontem o que está aqui escrito com o que está escrito na Palavra de Deus, nomeadamente, nas passagens bíblicas aqui invocadas.
Creio que se o fizerem perceberão melhor o texto e, ao mesmo tempo, haverá a possibilidade do Espírito Santo elucidar ainda melhor cada um de nós.
Que Deus os abençoe, sobretudo naquilo que mais necessitarem, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo.
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