sábado, 28 de agosto de 2010

OS FILHOS DE DEUS

Há quem pense que toda a humanidade é filha de Deus.
A provar o que cima descrevo, é comum ouvirmos dizer, quando se fala de algum tipo de desigualdade entre os homens, que essa desigualdade não se justifica porque, afinal, “todos somos filhos de Deus”.
Não é bem assim... e vou servir-me do texto bíblico para vos demonstrar isso mesmo.
Como vimos anteriormente, no evangelho de Marcos, 
cap. 16, versículo 15, Jesus deixou-nos um mandamento: “ Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”.
Neste mandamento, o Filho de Deus especifica com bastante notoriedade a quem deve ser pregado o 
evangelho para redenção de pecados e obtenção da Vida Eterna – a toda a criatura.
A palavra criatura significa criado por Deus, mas não significa filho de Deus.
Em boa verdade, todos os homens, mulheres e crianças da Terra são, antes de mais, criaturas de Deus, pois só pela vontade do nosso Pai Celestial nos foi dada a possibilidade de existirmos.
No entanto, a nossa existência em si mesma e o facto de termos um Criador, não nos faz automaticamente filhos desse Criador, mas faz-nos, tão somente, criaturas de Deus.
À primeira vista esta ideia, segundo os princípios socialmente propalados, parece difícil de aceitar, mas o que a sociedade nos quer impingir não significa rigorosamente nada se for contrariado pelo texto bíblico, como é o caso.
No evangelho de João, 
cap. 1, versículo 10, o evangelista é bastante claro ao afirmar, referindo-se ao nosso Salvador: “Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu”.
Já no versículo 12 do mesmo capítulo, João esclarece: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: os que crêem no seu nome;”.
Como podemos observar nestas duas passagens bíblicas, existem dois tipos de pessoas no mundo: os que não receberam Jesus, ou seja, não crêem na Sua Palavra e, por isso mesmo, não o aceitam como seu único Senhor e Salvador – as criaturas de Deus – e os que O receberam, o que significa que creram na Palavra de Deus, a praticam e têm um único Senhor: Jesus Cristo.
A estes, refere João, Jesus “deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus...”.
Mais adiante, no versículo 13, João completa o seu raciocínio afirmando: “os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”.
Com estas palavras o apóstolo esclarece que para se ser filho de Deus há que nascer do próprio Deus, o que significa, observar os ensinamentos do Criador e praticá-los, nomeadamente, todos os preceitos que nos são revelados no tempo da graça, ou seja, o tempo em que vivemos, pós vinda de Jesus Cristo à Terra, para nos reconciliar com Deus através do seu 
preciosíssimo sangue derramado na cruz do Calvário.
Amigo(a) leitor(a), talvez até hoje você pensasse que todos somos filhos de Deus.
Talvez até, sem nunca ter lido os ensinamentos de Jesus, você tenha até agora “embarcado” em ensinamentos que não estão consoante o texto bíblico e, por isso, você ainda não tirou benefício algum das promessas de Deus.
Com o estudo de hoje, aqui fica mais uma contribuição especialmente para si que se quer reconciliar com Deus e tirar os devidos benefícios dessa reconciliação.
Você também pode ser filho de Deus sim.
Para isso, basta-lhe receber o Senhor Jesus na sua vida como seu único Senhor e Salvador e praticar os ensinamentos do nosso Divino Mestre.
Por último, quero mencionar aqui algo que Paulo escreveu na sua carta aos romanos: “Ora, se somos filhos de Deus, somos também herdeiros de Deus e 
co-herdeiros com Cristo...” Ro 8:17.
Queridos irmãos, que coisa tão gloriosa, nós, os que aceitámos Nosso Senhor, somos “herdeiros de Deus e 
co-herdeiros com Cristo...” das bênçãos do nosso maravilhoso Pai, incluindo, naturalmente, a suprema bênção da Vida Eterna.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O CAMINHO PARA DEUS





Queridos irmãos


Todos os dias um número incalculável de pessoas põe termo à vida.
São pessoas descrentes da própria vida, sem rumo certo e sem uma bússula orientadora que as ajude a sair de situações de sofrimento extremo.
A solidão, o desemprego, as doenças, o abandono por parte de familiares e amigos, e a falta de soluções para problemas que parecem inultrapassáveis, são algumas das causas que levam ao suicidio.
Ao mesmo tempo, existe um exército numeroso de pessoas que, não tendo ideias suicidas, também elas vivem em estados de sofrimento notáveis, muitas vezes perdidas dentro de si mesmas, pensando não haver a mais ténue solução que as faça sair do marasmo em que se encontram.
Neste caso, existem pessoas que padecem da doença mais comum do nosso tempo: a depressão.
Essa doença do foro psíquico já fez milhões de pessoas perderem o emprego, a estima dos seus entes queridos e, na maioria dos casos, a própria alegria de viver.
Para a esmagadora maioria dos nossos irmãos que se encontram nos contextos acima descritos, há alguns denominadores comuns:


      1. a descrença na existência de Deus;

      2. a crença de que Deus não quer saber da sua situação;

      3. a culpabilidade de Deus face aos problemas que apresentam.

A adopção de qualquer dos pressupostos acima referidos mais não faz do que afastar as pessoas do seu Criador.
Deus, na sua infinita e bendita misericórdia, não pode nunca ser culpado das desgraças do ser humano.
Ele, como Pai, não gosta de ver os seus filhos sofrer e está sempre de braços abertos para acolher e abençoar todos aqueles que se Lhe dirigirem em oração.
Talvez algum dos amigos leitores esteja neste momento a pensar – eu já orei tanto a Deus, já rezei vezes sem conta e nunca recebi nenhuma resposta.
Será que você orou como devia, ou seja, como nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou a orar...?.
Talvez não o tenha feito e esteja nesse facto a justificação para não receber a(s) resposta(s) aos seus pedidos.
No evangelho de João, no capítulo 14, versículo 6, nosso Senhor Jesus Cristo diz-nos o seguinte: “ Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”.
Nesta simples frase Jesus dá-nos a chave para a oração bem sucedida.
Em primeiro lugar, o nosso Salvador ensina-nos que Ele próprio é o “Caminho, e a verdade, e a vida”, ou seja, alerta-nos para o facto de Ele próprio – Jesus Cristo – ser o único caminho.
Repare, Ele não nos diz Eu sou um caminho, bem pelo contrário, afirma taxativamente “Eu sou o caminho.
Caminho para onde? - perguntará o irmão leitor.
Caminho que nos conduz ao Pai, Caminho que nos conduz às bençãos que Deus tem guardadas para nós, Caminho que nos conduz à benção suprema da Salvação Eterna.
Sabedor de que muitas doutrinas e religiões ensinavam – e continuam a ensinar - os seus fiéis de que se pode chegar a Deus através de várias entidades, Jesus enfatizou ainda que Ele próprio é a Verdade, ou seja, apenas a Sua Palavra e os seus ensinamentos são verdadeiros e nos levarão a bom porto.
Concluindo a primeira parte do seu ensinamento, Jesus nos afirma que Ele é a vida.
Para nós, cristãos, está mais que claro que o nosso Salvador é a vida, porque ele venceu a morte ressuscitando e hoje está vivo e sentado à direita do Pai, como nos refere o apóstolo Marcos no capítulo 16, versículo 19 do respectivo evangelho.
Jesus Cristo é ainda o símbolo da vida porque ao morrer na cruz por nós nos dá a possibilidade de alcançarmos a Vida Eterna, bastando para isso que O aceitemos como nosso único Senhor e Salvador e nos arrependamos dos nossos pecados.
Concluindo o Seu ensinamento, o Filho de Deus afirma de maneira bastante esclarecedora: “ninguém vem ao Pai senão por mim”.
O que significa que o único “canal” que nos leva à presença de Deus é o Seu próprio Filho.
Assim sendo, nas nossas orações teremos que invocar sempre o nome de Jesus Cristo, para que o Pai nos ouça e, consequentemente, nos atenda.
Depois de ter tomado conhecimento deste ensinamento, sempre que me dirijo ao nosso Pai Celestial, invoco o nome de Jesus Cristo, como a Palavra de Deus nos ensina e posso assegurar-vos que já recebi muitas bençãos na minha vida, muitas delas em resposta às minha orações.
Para o amigo leitor que ainda não sabe orar ter uma ideia de como o deve fazer, deixo aqui um prototipo de início de oração, a fazer nos moldes do ensinamento de Jesus:


    • Senhor meu Deus e meu Pai, em nome de Jesus Cristo eu entro na Sua presença neste momento... ( a seguir pedir a Deus aquilo que está necessitando);

Quanto ao encerramento da oração, aqui fica também um prototipo do mesmo:


    • Meu Deus, desde já agradeço porque sei que o Senhor ouviu os pedidos que fiz em nome do Senhor Jesus e esse agradecimento tem a ver com a minha fé de que todos os meus pedidos vão seu atendidos. Amén.

Amados, sugiro-lhes que, após lerem os artigos inseridos neste blogue, confrontem o que está aqui escrito com o que está escrito na Palavra de Deus, nomeadamente, nas passagens bíblicas aqui invocadas.
Creio que se o fizerem perceberão melhor o texto e, ao mesmo tempo, haverá a possibilidade do Espírito Santo elucidar ainda melhor cada um de nós.

Que Deus os abençoe, sobretudo naquilo que mais necessitarem, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A razão de todos os males

Amados

No preciso momento em que o mundo atravessa uma terrível crise sem precedentes, crise essa que, ao contrário do que muitos supõem, não se limita apenas à economia mundial, antes se estende à falta gritante de valores, a qual assenta, do meu ponto de vista, na base da negatividade que acarreta todos os males, decidi dar o meu modesto contributo para alertar o maior número possível de consciencias para este facto.
Como cristão assumido, entendo que a crise de valores que referi se deve ao afastamento progressivo entre os homens e o seu Criador.
Numa prespectiva cristã, baseada na fé, o universo e tudo o que nele existe foi criado por Deus.
Parte integrante desse universo é o homem, o qual, bíblicamente, foi criado à semelhança do seu Criador, para reinar na terra e nela ser feliz.
Se atentarmos nas notícias que diáriamente nos chegam através dos meios de comunicação social, chegamos à conclusão que essa felicidade a que todos temos direito anda arredada da humanidade.
O culto dos bens materiais, o qual acarreta guerras e, consequentemente, milhões de mortos, fome e destruição, está na génese do mal que assola o nosso planeta.
Os tempos em que vivemos são pródigos na destruição da família, no desrespeito pelas crianças, na traição e no vale tudo sem se olhar aos meios empregues para se atingirem obscuros e torpes fins.
Sabedores da existência do bem (Deus) e do mal (Diabo), não é difícil chegar à conclusão de quem reina na Terra.
Apesar disto, ainda sou daqueles que acredita ser possível fazer inverter, pelo menos em parte, esta situação a que chegámos.
Para isso, é necessário que todos os cristãos ponham em prática, tão rápido quanto possível, a resposta a um mandamento de Jesus Cristo, nosso Salvador: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura.” Marcos 16:15.
Este blogue tem essa finalidade, trazer aqui os ensinamentos de Jesus e, dessa forma, dar a oportunidade a todos que não conhecem a Palavra de Deus, de a virem a conhecer e, mais que isso, a praticá-La também.
Desde já peço a Deus que me dê sabedoria e que faça da minha pessoa seu instrumento nesta tarefa, para que cada palavra ou conceito que fôr aqui escrito não proceda de mim, proceda antes do Espírito Santo, para que possa abençoar todos os leitores.