Há quem pense que toda a humanidade é filha de Deus.
A provar o que cima descrevo, é comum ouvirmos dizer, quando se fala de algum tipo de desigualdade entre os homens, que essa desigualdade não se justifica porque, afinal, “todos somos filhos de Deus”.
Não é bem assim... e vou servir-me do texto bíblico para vos demonstrar isso mesmo.
Como vimos anteriormente, no evangelho de Marcos, cap. 16, versículo 15, Jesus deixou-nos um mandamento: “ Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”.
Neste mandamento, o Filho de Deus especifica com bastante notoriedade a quem deve ser pregado o evangelho para redenção de pecados e obtenção da Vida Eterna – a toda a criatura.
A palavra criatura significa criado por Deus, mas não significa filho de Deus.
Em boa verdade, todos os homens, mulheres e crianças da Terra são, antes de mais, criaturas de Deus, pois só pela vontade do nosso Pai Celestial nos foi dada a possibilidade de existirmos.
No entanto, a nossa existência em si mesma e o facto de termos um Criador, não nos faz automaticamente filhos desse Criador, mas faz-nos, tão somente, criaturas de Deus.
À primeira vista esta ideia, segundo os princípios socialmente propalados, parece difícil de aceitar, mas o que a sociedade nos quer impingir não significa rigorosamente nada se for contrariado pelo texto bíblico, como é o caso.
No evangelho de João, cap. 1, versículo 10, o evangelista é bastante claro ao afirmar, referindo-se ao nosso Salvador: “Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu”.
Já no versículo 12 do mesmo capítulo, João esclarece: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: os que crêem no seu nome;”.
Como podemos observar nestas duas passagens bíblicas, existem dois tipos de pessoas no mundo: os que não receberam Jesus, ou seja, não crêem na Sua Palavra e, por isso mesmo, não o aceitam como seu único Senhor e Salvador – as criaturas de Deus – e os que O receberam, o que significa que creram na Palavra de Deus, a praticam e têm um único Senhor: Jesus Cristo.
A estes, refere João, Jesus “deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus...”.
Mais adiante, no versículo 13, João completa o seu raciocínio afirmando: “os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”.
Com estas palavras o apóstolo esclarece que para se ser filho de Deus há que nascer do próprio Deus, o que significa, observar os ensinamentos do Criador e praticá-los, nomeadamente, todos os preceitos que nos são revelados no tempo da graça, ou seja, o tempo em que vivemos, pós vinda de Jesus Cristo à Terra, para nos reconciliar com Deus através do seu preciosíssimo sangue derramado na cruz do Calvário.
Amigo(a) leitor(a), talvez até hoje você pensasse que todos somos filhos de Deus.
Talvez até, sem nunca ter lido os ensinamentos de Jesus, você tenha até agora “embarcado” em ensinamentos que não estão consoante o texto bíblico e, por isso, você ainda não tirou benefício algum das promessas de Deus.
Com o estudo de hoje, aqui fica mais uma contribuição especialmente para si que se quer reconciliar com Deus e tirar os devidos benefícios dessa reconciliação.
Você também pode ser filho de Deus sim.
Para isso, basta-lhe receber o Senhor Jesus na sua vida como seu único Senhor e Salvador e praticar os ensinamentos do nosso Divino Mestre.
Por último, quero mencionar aqui algo que Paulo escreveu na sua carta aos romanos: “Ora, se somos filhos de Deus, somos também herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo...” Ro 8:17.
Queridos irmãos, que coisa tão gloriosa, nós, os que aceitámos Nosso Senhor, somos “herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo...” das bênçãos do nosso maravilhoso Pai, incluindo, naturalmente, a suprema bênção da Vida Eterna.
A provar o que cima descrevo, é comum ouvirmos dizer, quando se fala de algum tipo de desigualdade entre os homens, que essa desigualdade não se justifica porque, afinal, “todos somos filhos de Deus”.
Não é bem assim... e vou servir-me do texto bíblico para vos demonstrar isso mesmo.
Como vimos anteriormente, no evangelho de Marcos, cap. 16, versículo 15, Jesus deixou-nos um mandamento: “ Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”.
Neste mandamento, o Filho de Deus especifica com bastante notoriedade a quem deve ser pregado o evangelho para redenção de pecados e obtenção da Vida Eterna – a toda a criatura.
A palavra criatura significa criado por Deus, mas não significa filho de Deus.
Em boa verdade, todos os homens, mulheres e crianças da Terra são, antes de mais, criaturas de Deus, pois só pela vontade do nosso Pai Celestial nos foi dada a possibilidade de existirmos.
No entanto, a nossa existência em si mesma e o facto de termos um Criador, não nos faz automaticamente filhos desse Criador, mas faz-nos, tão somente, criaturas de Deus.
À primeira vista esta ideia, segundo os princípios socialmente propalados, parece difícil de aceitar, mas o que a sociedade nos quer impingir não significa rigorosamente nada se for contrariado pelo texto bíblico, como é o caso.
No evangelho de João, cap. 1, versículo 10, o evangelista é bastante claro ao afirmar, referindo-se ao nosso Salvador: “Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu”.
Já no versículo 12 do mesmo capítulo, João esclarece: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: os que crêem no seu nome;”.
Como podemos observar nestas duas passagens bíblicas, existem dois tipos de pessoas no mundo: os que não receberam Jesus, ou seja, não crêem na Sua Palavra e, por isso mesmo, não o aceitam como seu único Senhor e Salvador – as criaturas de Deus – e os que O receberam, o que significa que creram na Palavra de Deus, a praticam e têm um único Senhor: Jesus Cristo.
A estes, refere João, Jesus “deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus...”.
Mais adiante, no versículo 13, João completa o seu raciocínio afirmando: “os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”.
Com estas palavras o apóstolo esclarece que para se ser filho de Deus há que nascer do próprio Deus, o que significa, observar os ensinamentos do Criador e praticá-los, nomeadamente, todos os preceitos que nos são revelados no tempo da graça, ou seja, o tempo em que vivemos, pós vinda de Jesus Cristo à Terra, para nos reconciliar com Deus através do seu preciosíssimo sangue derramado na cruz do Calvário.
Amigo(a) leitor(a), talvez até hoje você pensasse que todos somos filhos de Deus.
Talvez até, sem nunca ter lido os ensinamentos de Jesus, você tenha até agora “embarcado” em ensinamentos que não estão consoante o texto bíblico e, por isso, você ainda não tirou benefício algum das promessas de Deus.
Com o estudo de hoje, aqui fica mais uma contribuição especialmente para si que se quer reconciliar com Deus e tirar os devidos benefícios dessa reconciliação.
Você também pode ser filho de Deus sim.
Para isso, basta-lhe receber o Senhor Jesus na sua vida como seu único Senhor e Salvador e praticar os ensinamentos do nosso Divino Mestre.
Por último, quero mencionar aqui algo que Paulo escreveu na sua carta aos romanos: “Ora, se somos filhos de Deus, somos também herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo...” Ro 8:17.
Queridos irmãos, que coisa tão gloriosa, nós, os que aceitámos Nosso Senhor, somos “herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo...” das bênçãos do nosso maravilhoso Pai, incluindo, naturalmente, a suprema bênção da Vida Eterna.